José Bernardino de Freitas, Assistente Administrativo
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José Bernardino de Freitas

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José Bernardino de Freitas
Comentário · há 3 meses
Existe uma preocupação com a recente lei aprovada, não pelo Congresso Nacional, mas pelo Supremo Tribunal Federal, decidiu equiparar as relações entre homossexuais às uniões estáveis entre heterossexuais. Por unanimidade, a união homoafetiva foi reconhecida como um núcleo familiar como qualquer outro, ficando suscetível aos mesmos direitos e obrigações de casais formados por homens e mulheres.

De acordo com publicação do R7, com a decisão, 112 direitos que até então eram exclusivos aos casais formados por homem e mulher poderão ser estendidos aos casais homossexuais, como comunhão de bens, pensão alimentícia, pensão do INSS, planos de saúde e herança. Mas como todos esses processos envolvem a Justiça, os casais homossexuais ainda terão de encarar os tribunais para fazer valer seus direitos, mas agora da mesma forma que casais heterossexuais.

Muitos irmãos estão preocupados com essa novidade que vai contra nossa convicção de fé, pois nos vários versículos apresentados acima na Leitura Bíblica Principal só existem reconhecidos por Deus o Homem e a Mulher. Porém, desde os primórdios da humanidade que a prostituição e a homossexualidade também existem, em tempos remotos eram até aceitos com naturalidade como acontece nos dias de hoje. Mas Deus nunca concordou com a prática fora dos padrões homem e mulher. Como podemos ver na bíblia, espiritualmente é um desvio, mas humanamente e no mundo é aceito.

Conheço um caso de duas mulheres que coabitavam, uma delas faleceu e a família da que havia partido tomou tudo da outra, da namorada, deixando ela sem os pertences que compraram juntas. Isso pelo que fiquei sabendo era pratica comum como forma de punir a que não morreu. Essas pessoas que vão na contramão da liturgia precisavam de uma segurança, regras sociais, acabaram conseguindo a paridade com casais heterossexuais, o Estado regularizou uma distorção social, apenas isso. O mundo cuidou de uma situação mundana humanamente necessária. Devemos amar o pecador, nunca o pecado.

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